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É indiferente o tema com que se inicia o tratamento — seja a história de vida do paciente, a história de sua doença ou as lembranças de infância. Mas, de qualquer modo, deve-se permitir que o paciente fale, deixando a seu critério o ponto de partida.”

SIGMUND FREUD, “Recomendações aos médicos que exercem a psicanálise”, 1912.

QUEM SOU

QUEM SOU

Por onde eu devo começar? 

Essa é certamente uma das perguntas mais comuns que escutamos nas primeiras entrevistas com um paciente. /É mesmo difícil começar a contar a própria história/. O meu encontro com a psicanálise tem início ainda na graduação em Psicologia, quando, por recomendação de uma supervisora de estágio, comecei fazer minha própria análise e a ler os textos de Freud e Lacan. Nunca mais parei: nem a leitura, nem a análise. 

De lá pra cá, são anos praticando a psicanálise no divã do meu consultório e da minha analista, entre os colegas na universidade e nas escolas de formação, na supervisão com colegas mais experientes e na formação acadêmica e no Instituto de Psicanálise e Saúde Mental de Minas Gerais (IPSM-MG).

Além disso, minha trajetória é marcada pelo encontro com a política pública de assistência social, onde atuei por anos na Prefeitura de Belo Horizonte, como técnica de referência e supervisora do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI/CREAS) e como técnica no Laboratório de Gestão do Sistema Único de Assistência Social (LabSuas) do Instituto de Governança Social (IGS). 

Não posso deixar de mencionar minha relação íntima com a Universidade Federal de Minas (UFMG), onde por anos desenvolvi pesquisas articulando psicanálise e arte, literatura e pensamento social brasileiro. Nesta Universidade, realizei: especialização em psicanálise (2011), mestrado (2014), doutorado (2020) e um estágio de pós doutorado (2025). Essas pesquisas estão publicadas em dois livros, que disponibilizo neste site: “A recepção da psicanálise no Brasil: o discurso freudiano e a questão da nacionalidade” (Unimontes, 2014) e “Decifra-me ou te devoro: conexões, afastamentos e hibridizações entre Antropofagia e Psicanálise”(Unimontes, 2024). 

Atuo também como docente no Curso Superior de Psicologia da Univiçosa, lecionando disciplinas de Psicologia da Infância, Psicologia da Adolescência, Psicopatologia, Teorias e Técnicas Psicoterápicas, Fundamentos da Psicanálise e supervisionando estágio em clínica psicanalítica. Atualmente, faço parte do corpo docente da Formação em Psicanálise do Travessias- Percursos em Psicanálise (Belo Horizonte). 


São, portanto, quase duas décadas no ofício da psicanálise, na clínica, na supervisão, na formação continuada, no acolhimento e escuta de crianças, adolescentes e adultos. 

Os detalhes do que pude produzir nessa caminhada podem ser vislumbrados no currículo Lattes.

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